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Thursday

August 28, 2025


Section 1 of 4

JOB 28:1-30:31

About 14 Minutes

1 “Existem minas de prata
e locais onde se refina ouro.
2 O ferro é extraído da terra,
e do minério se funde o cobre.
3 O homem dá fim à escuridão
e vasculha os recônditos mais remotos
    em busca de minério,
    nas mais escuras trevas.
4 Longe das moradias
    ele cava um poço,
em local esquecido
    pelos pés dos homens;
longe de todos,
    ele se pendura e balança.
5 A terra, da qual vem o alimento,
    é revolvida embaixo
como que pelo fogo;
6 das suas rochas saem safiras,
e seu pó contém pepitas de ouro.
7 Nenhuma ave de rapina conhece
    aquele caminho oculto,
e os olhos de nenhum falcão o viram.
8 Os animais altivos
    não põem os pés nele,
e nenhum leão ronda por ali.
9 As mãos dos homens
    atacam a dura rocha
e transtornam as raízes das montanhas.
10 Fazem túneis através da rocha,
e os seus olhos enxergam todos
    os tesouros dali.
11 Eles vasculham as nascentes
    dos rios
e trazem à luz coisas ocultas.

12 “Onde, porém, se poderá
    achar a sabedoria?
Onde habita o entendimento?
13 O homem não percebe
    o valor da sabedoria;
ela não se encontra
    na terra dos viventes.
14 O abismo diz: ‘Em mim não está’;
    o mar diz: ‘Não está comigo’.
15 Não pode ser comprada,
    mesmo com o ouro mais puro,
nem se pode pesar o seu preço
    em prata.
16 Não pode ser comprada
    nem com o ouro puro de Ofir,
nem com o precioso ônix,
    nem com safiras.
17 O ouro e o cristal
    não se comparam com ela,
e é impossível tê-la em troca
    de jóias de ouro.
18 O coral e o jaspe
    nem merecem menção;
o preço da sabedoria
    ultrapassa o dos rubis.
19 O topázio da Etiópia
    não se compara com ela;
não se compra a sabedoria
    nem com ouro puro!

20 “De onde vem, então, a sabedoria?
Onde habita o entendimento?
21 Escondida está dos olhos
    de toda criatura viva,
até das aves dos céus.
22 A Destruição e a Morte dizem:
‘Aos nossos ouvidos só chegou
    um leve rumor dela’.
23 Deus conhece o caminho;
só ele sabe onde ela habita,
24 pois ele enxerga os confins da terra
e vê tudo o que há debaixo dos céus.
25 Quando ele determinou
    a força do vento
e estabeleceu a medida exata
    para as águas,
26 quando fez um decreto para a chuva
e o caminho
    para a tempestade trovejante,
27 ele olhou para a sabedoria
    e a avaliou;
confirmou-a e a pôs à prova.
28 Disse então ao homem:
‘No temor do Senhor
    está a sabedoria,
e evitar o mal é ter entendimento’”.

1 Jó prosseguiu sua fala:

2 “Como tenho saudade
    dos meses que se passaram,
dos dias em que Deus
    cuidava de mim,
3 quando a sua lâmpada brilhava
    sobre a minha cabeça
e por sua luz eu caminhava
    em meio às trevas!
4 Como tenho saudade
    dos dias do meu vigor,
quando a amizade de Deus
    abençoava a minha casa,
5 quando o Todo-poderoso
    ainda estava comigo
e meus filhos estavam ao meu redor,
6 quando as minhas veredas
    se embebiam em nata
e a rocha me despejava
    torrentes de azeite.

7 “Quando eu ia à porta da cidade
e tomava assento na praça pública;
8 quando, ao me verem,
    os jovens saíam do caminho,
e os idosos ficavam em pé;
9 os líderes se abstinham de falar
e com a mão cobriam a boca.
10 As vozes dos nobres silenciavam,
e suas línguas
    colavam-se ao céu da boca.
11 Todos os que me ouviam
    falavam bem de mim,
e quem me via me elogiava,
12 pois eu socorria o pobre
    que clamava por ajuda,
e o órfão que não tinha
    quem o ajudasse.
13 O que estava à beira da morte me abençoava,
e eu fazia regozijar-se o coração
    da viúva.
14 A retidão era a minha roupa;
a justiça era o meu manto e
    o meu turbante.
15 Eu era os olhos do cego
    e os pés do aleijado.
16 Eu era o pai dos necessitados,
e me interessava
    pela defesa de desconhecidos.
17 Eu quebrava as presas dos ímpios
e dos seus dentes arrancava
    as suas vítimas.

18 “Eu pensava: Morrerei em casa,
e os meus dias serão numerosos
    como os grãos de areia.
19 Minhas raízes chegarão até as águas,
e o orvalho passará a noite
    nos meus ramos.
20 Minha glória se renovará em mim,
e novo será o meu arco
    em minha mão.

21 “Os homens me escutavam
    em ansiosa expectativa,
aguardando em silêncio
    o meu conselho.
22 Depois que eu falava,
    eles nada diziam;
minhas palavras caíam suavemente
    em seus ouvidos.
23 Esperavam por mim
    como quem espera
    por uma chuvarada,
e bebiam minhas palavras
    como quem bebe a chuva
    da primavera.
24 Quando eu lhes sorria,
    mal acreditavam;
a luz do meu rosto lhes era preciosa.
25 Era eu que escolhia o caminho
    para eles,
e me assentava como seu líder;
instalava-me como um rei
    no meio das suas tropas;
eu era como um consolador
    dos que choram.
1 “Mas agora eles zombam de mim,
    homens mais jovens que eu,
homens cujos pais eu teria rejeitado,
    não lhes permitindo sequer estar
    com os cães de guarda do rebanho.
2 De que me serviria
    a força de suas mãos,
já que desapareceu o seu vigor?
3 Desfigurados
    de tanta necessidade e fome,
perambulavam pela terra ressequida,
    em sombrios e devastados desertos.
4 Nos campos de mato rasteiro
    colhiam ervas,
e a raiz da giesta era a sua comida.
5 Da companhia dos amigos
    foram expulsos aos gritos,
como se fossem ladrões.
6 Foram forçados a morar
    nos leitos secos dos rios,
entre as rochas e nos buracos da terra.
7 Rugiam entre os arbustos
    e se encolhiam sob a vegetação.
8 Prole desprezível e sem nome,
    foram expulsos da terra.

9 “E agora os filhos deles
    zombam de mim
    com suas canções;
tornei-me um provérbio entre eles.
10 Eles me detestam
    e se mantêm à distância;
não hesitam em cuspir em meu rosto.
11 Agora que Deus afrouxou
    a corda do meu arco e me afligiu,
eles ficam sem freios
    na minha presença.
12 À direita os embrutecidos
    me atacam;
preparam armadilhas
    para os meus pés
e constroem rampas de cerco
    contra mim.
13 Destroem o meu caminho;
conseguem destruir-me
    sem a ajuda de ninguém.
14 Avançam como através
    de uma grande brecha;
arrojam-se entre as ruínas.
15 Pavores apoderam-se de mim;
a minha dignidade é levada
    como pelo vento,
a minha segurança
    se desfaz como nuvem.

16 “E agora esvai-se a minha vida;
estou preso a dias de sofrimento.
17 A noite penetra os meus ossos;
minhas dores me corroem sem cessar.
18 Em seu grande poder,
    Deus é como a minha roupa;
ele me envolve
    como a gola da minha veste.
19 Lança-me na lama,
    e sou reduzido a pó e cinza.

20 “Clamo a ti, ó Deus,
    mas não me respondes;
fico em pé, mas apenas
    olhas para mim.
21 Contra mim te voltas com dureza
e me atacas com a força de tua mão.
22 Tu me apanhas
    e me levas contra o vento,
e me jogas de um lado a outro
    na tempestade.
23 Sei que me farás descer até a morte,
    ao lugar destinado a todos os viventes.

24 “A verdade é que ninguém dá a mão
    ao homem arruinado,
quando este, em sua aflição,
    grita por socorro.
25 Não é certo que chorei por causa
    dos que passavam dificuldade?
E que a minha alma se entristeceu
    por causa dos pobres?
26 Mesmo assim,
    quando eu esperava o bem,
    veio o mal;
quando eu procurava luz,
    vieram trevas.
27 Nunca pára a agitação
    dentro de mim;
dias de sofrimento me confrontam.
28 Perambulo escurecido,
    mas não pelo sol;
levanto-me na assembléia
    e clamo por ajuda.
29 Tornei-me irmão dos chacais,
companheiro das corujas.
30 Minha pele escurece e cai;
meu corpo queima de febre.
31 Minha harpa está afinada
    para cantos fúnebres,
e minha flauta para o som de pranto.


Section 2 of 4

2 Corinthians 2:12-17

About 0.6 Minutes

12 Quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo e vi que o Senhor me havia aberto uma porta, 13 ainda assim, não tive sossego em meu espírito, porque não encontrei ali meu irmão Tito. Por isso, despedi-me deles e fui para a Macedônia.

14 Mas graças a Deus, que sempre nos conduz vitoriosamente em Cristo e por nosso intermédio exala em todo lugar a fragrância do seu conhecimento; 15 porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo. 16 Para estes somos cheiro de morte; para aqueles, fragrância de vida. Mas quem está capacitado para tanto? 17 Ao contrário de muitos, não negociamos a palavra de Deus visando lucro; antes, em Cristo falamos diante de Deus com sinceridade, como homens enviados por Deus.


Section 3 of 4

Psalm 42:1-11

About 2.8 Minutes

1 Como a corça anseia por águas correntes,
a minha alma anseia por ti, ó Deus.
2 A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo.
Quando poderei entrar
    para apresentar-me a Deus?
3 Minhas lágrimas têm sido o meu alimento
    de dia e de noite,
pois me perguntam o tempo todo:
    “Onde está o seu Deus?”
4 Quando me lembro destas coisas
    choro angustiado.
Pois eu costumava ir com a multidão,
    conduzindo a procissão à casa de Deus,
com cantos de alegria e de ação de graças
    entre a multidão que festejava.

5 Por que você está assim tão triste,
    ó minha alma?
Por que está assim tão perturbada
    dentro de mim?
Ponha a sua esperança em Deus!
    Pois ainda o louvarei;
ele é o meu Salvador e 6 o meu Deus.
A minha alma está profundamente triste;
por isso de ti me lembro
    desde a terra do Jordão,
das alturas do Hermom,
    desde o monte Mizar.
7 Abismo chama abismo
    ao rugir das tuas cachoeiras;
todas as tuas ondas e vagalhões
    se abateram sobre mim.

8 Conceda-me o Senhor o seu fiel amor de dia;
    de noite esteja comigo a sua canção.
É a minha oração ao Deus que me dá vida.

9 Direi a Deus, minha Rocha:
    Por que te esqueceste de mim?
Por que devo sair vagueando e pranteando,
    oprimido pelo inimigo?
10 Até os meus ossos sofrem agonia mortal
    quando os meus adversários zombam de mim,
    perguntando-me o tempo todo:
    “Onde está o seu Deus?”

11 Por que você está assim tão triste,
    ó minha alma?
Por que está assim tão perturbada
    dentro de mim?
Ponha a sua esperança em Deus!
    Pois ainda o louvarei;
ele é o meu Salvador e o meu Deus.


Section 4 of 4

Proverbs 22:7

About 0.2 Minutes

7 O rico domina sobre o pobre;
quem toma emprestado
    é escravo de quem empresta.

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